quarta-feira, 30 de abril de 2008

Banco Alimentar contra a FOME


Começa este fim-de-semana (3 e 4 de Maio), mais uma recolha de alimentos para pessoas necessitadas no âmbito da campanha do Banco Alimentar contra a fome.
O ano passado esta iniciativa rendeu 1.659 toneladas de alimentos e foi possível ajudar 219 mil pessoas carenciadas.
Vamos mais uma vez ajudar, e permitir que mais pessoas possam ser favorecidas com este pequeno gesto, vamos ajudar a tornar o mundo um sítio melhor...
Eu, como mais de 17.500 voluntários vamos convidar os Portugueses a aderirem a esta causa. No meu caso, vou estar a fazer voluntariado no Pingo Doce da Lapa, Domingo de manhã. A contribuír ou a ajudar tentemos todos participar nesta generosa campanha.

"São os pequenos gestos que fazem os grandes heróis."

Irão: Bye-Bye Barbie


Irão pensa seriamente em proibir a boneca mais conhecida do mundo, por achar uma ameaça à cultura.

O procurador geral considera que os brinquedos ocidentais são um exemplo de influências negativas para a juventude.

Brinquedos como a Barbie, o Batman, o Homem-Aranha e o Harry Potter, bem com a importação de jogos e filmes, estão a preocupar as autoridades do país.

Roupas como as que trazem a Barbie, já foram motivo de desordem no Irão, pelo que julgo necessário apenas modificar os brinquedos para a cultura de cada um, e não proibir!

Não sei, o que acham disto?

domingo, 27 de abril de 2008

Porta sempre aberta...



Esta é uma imagem da minha rua, há muitos anos atrás, antigamente conhecida por rua da creche.

Esta rua vai dar a uma casa que sempre acolheu. Uma casa de estilo clássico, com um majestoso ambiente convidativo.

Muitas noites com agradáveis jantares, cafés, chás, boa música e sobretudo boa companhia.

Por agora vou ter saudades desses tempos que muito bem me fizeram. Conheci pessoas fantásticas e fui aprendendo com elas.

Guardo bem guardados todos os momentos que passei. Fui feliz e não vou esquecer isso!

Agradeço a todos aqueles que me acolheram e fizeram sentir bem, e fico eternamente grato por quem me deu o devido valor. Quero esquecer que esses tempos descobriram um fim, e voltar a ser um amigo da casa quando tudo estiver regularizado...

Agradeço do fundo do meu coração o apoio e alicerce que esse lugar me transmitiu, foram valores e pensamentos que entraram em mim e fizeram de mim uma pessoa melhor, um rapaz mais à vontade com a vida o rapaz que descubro agora ser...

Alegro-me por saber que essa porta estará sempre aberta para me ajudar nos bons e nos maus momentos. Nada como interagir com coisas novas para alargar os meus horizontes.

A ti, um muito obrigado por ser hoje quem sou...

Obrigado... Estarei sempre aqui para o que precisares!

(Baseado nas palavras dum bom amigo).

Parágrafos interrompidos


Ontem decidi começar a ler um livro de Eça de Querioz, "A Ilustre Casa de Ramires".
O livro estava numa estante, e todos os dias quando passava por ela dizia:
- Tenho de ler este livro, eu vou gostar, pois gosto muito de ler Eça de Queiroz!
Ontem comecei a leitura e deparei-me com um papel solto dentro do livro. A minha curiosidade foi mais forte e resolvi espreitar.
O papel já com ar envelhicido, estava dobrado em dois e datado no mês de abril de 1975. Achei uma coincidência curiosa, visto que foi exactamente no mesmo mês mas 33 anos depois que me vejo a folhear algo da mesma altura.
Esse papel é de uma biblioteca escolar que a minha querida mãe frequentou, e contém as várias requisições do livro. E imagino eu, que livro veio cá para a casa juntamente com muitos outros porque a escola fechou muito provavelmente aseguir ao 25 de Abril e a minha mãe, pelo gosto que tem à leitura decidiu fazer umas compras.
O papel tem inscrito 4 pessoas que requisitaram esta obra nos dias 17 de Janeiro, 31 de Janeiro, 4 de Abril e 18 de Abril, no ano de 1975. Foi uma coincidência muito engraçada e estou muito empolgado em acabar de ler a história.
"Parágrafos interrompidos" é uma expressão que recentemente comecei a ultilizar e foi criada quando várias vezes interrompi um grande amigo na leitura de um dos milhões de livros que ele possui. Neste contexto "Parágrafos interrompidos" pode estar ligado à interrupção da leitura, mas também à vida. No meu caso, fui interrompido aquando lia a "Ilustre Casa de Ramires" por um papel da altura do 25 de Abril.

Não concordo de forma alguma, quando vejo a Margarida Rebelo Pinto dizer que "Não há Coincidências".

As coincidências existem e muitas vezes despertam o nosso lado criativo!

Ericeira, "Um Mar de Tradições":



A Ericeira é uma vila piscatória a mais de 30 km de Lisboa.
Lá, o cheiro a maresia e o som das ondas do mar, reflectem desde logo um ambiente associado a férias, a descanso e a lazer.
Esta vila é muito conhecida tanto a nível nacional, como mundial. A nível nacional pela luxuosa gastronomia, começando pelos pequenos petiscos como mexilhões, percebes e acabando no peixe de elevada qualidade, geralmente acabado de pescar. É também muito conceituada mundialmente porque lá, decorrem anualmente grandes campeonatos de surf, devido às boas ondas que chegam a esta maravilhosa terra.
A Ericeira em alturas quentes como o mês de Agosto, é ponto de referência e local de passagem obrigatória para muitos turistas vindos de todos os cantos do mundo, simplesmente motivados em experimentar o que há de melhor nesta vila, como por exemplo o saboroso peixe!
A vila é também elegida por muitos Portugueses como destino de férias, graças à proximidade da capital. Durante a época balnear muitos são os alfacinhas que se cruzam pelas praias, e por já se conhecerem de Lisboa, as férias tornam-se muito sociais sendo por vezes difícil o descanso.
Muitas são as conversas, os cafés, os passeios e as saídas à noite que mesmo sendo esta vila pobre em discotecas não impede a vida nocturna.
Muitas pessoas acabam por comprar casa na Ericeira ou nos arredores, porque se afeiçoam à terra e é sempre muito complicado aqueles alugueres de casas muito rudimentares, muitas vezes completamente despidas e "estupidamente" caras.
Falo por mim, que tenho há já cinco anos uma casa onde passo muito tempo, geralmente os fins-de-semana e o Agosto. Quando tínhamos de alugar casa, os preparativos para ir de férias tornavam-se um autêntico inferno!
A Ericeira é um excelente local para nos retirarmos da rotineira metrópole que cansa. A vila é então o convite irrecusável ao descanso e ao lazer.
Quem puder que visite...

Pensar "Lusiadas"...



"Os Lusíadas" são um poema épico, onde é retratado um herói colectivo, os Portugueses. Neste, é contada uma viagem cheia de perigos e bonanças dos oceanos.
É perceptível o retrato de um modelo de heroísmo, de um ideal humano que exprime heroicidade.
Luís de Camões considera que é difícil atingir o heroísmo, mas que todos podem acedê-lo. Desta maneira o herói é apontado como um solitário. Por exemplo no discurso de Nuno Álvares Pereira, este propõe-se a lutar sozinho.
Quanto às descobertas, a segurança e a estabilidade tornam-se símbolos de apoio à virilidade, e perante isto, o homem sente-se confiante, corajoso e destemido para enfrentar e ultrapassar o desconhecido. Assim, o herói eleva-se a um estatuto viril com os deuses.
O poema descreve sentimentos de mérito, confiança e fé, mas também são localizáveis estados de medo e cepticismo, por exemplo, no discurso do velho do Restelo, os Portugueses recebem palavras de desprezo, que desmotivam os objectivos da armada. No entanto o povo heróico ultrapassa todas as barreiras e cumpre esses objectivos, aguardando no final por uma recompensa, recompensa essa que se vem a mostrar "amarga" talvez, por não existir. Camões sente-se obrigado a alterar o rumo da sua história criando uma recompensa ficcionada por saber que a verdade é decepcionante para os Portugueses.
O poeta sente-se injustiçado por não admirarem os seus poemas, principalmente aqueles que são dedicados na obra e por isso, Luís de Camões exorta D. Sebastião e indigna-se daqueles que não o valorizam.

D. Dinis "O Lavrador":



D. Dinis foi um rei muito importante para o nosso país, por ter feito muito por ele!
É maioritariamente protagonizado pela construção do pinhal de Leiria e por isso o associam à agricultura, D. Dinis, "o Lavrador".
D. Dinis é descrito como um escritor culto e sábio, um plantador e um ouvinte do eterno ruído da noite.
Este rei dicotomizava a relação entre o pinhal e o oceano, pois toda a madeira resultante do pinhal permitiu a construção das naus que seriam mais tarde usadas nos descobrimentos Portugueses, ou seja, toda aquela madeira já estava predestinada para a construção das caravelas. "O Lavrador" deparou-se muitas vezes com a relação de som e silêncio que por sua vez se associava à época dos descobrimentos. O silêncio caracterizava as noites vividas pelo poeta D. Dinis enquanto que o som se ligava aos ruídos produzidos pelos pinhais que se comparavam também ao som do trigo, logo ao som dos Portugueses a lançarem-se corajosamente aos tormentos dos oceanos sem fim na busca de novos territórios.
D. Dinis serviu de inspiração a muitos poetas vindouros. Nesta época os escritores do sentimento eram vistos como pessoas sem raciocínio, sem poder de decisão ou mesmo inúteis, e por isso D. Dinis representa uma realidade refutadora, porque apesar de ser poeta fez coisas muito relevantes para o país como, fundar a marinha Portuguesa, ou como já sabemos, mandar plantar os famosos pinheiros de Leiria.
A sua personalidade é forte justificada pela tomada de medidas, que ajudariam o futuro da pátria. O rei preveu de certa forma que o seu país iria ser bem dotado de armadas destinadas a grandes e gloriosos feitos.
D. Dinis é visto actualmente como um bom rei que graças ao seu lado racional conjugado com o poético, o fez chegar a grandes predestinações que permitiram um Portugal melhor, um Portugal empreendedor.
Não nos podemos cingir só a história, temos que ver o lado subjectivo do passado Português!

Dias de luta...


Quando tudo acaba há que voltar ao dia-a-dia, sofrer o mínimo possível e enfretar a vida!
Guardo tudo aquilo que construímos e ao olhar para trás recordo-as com muita saudade.
Hoje chegou um novo dia, dia de mudança, dia de purificação. Graças a Deus temos os amigos, e é neles que nos podemos apoiar...
Obrigado por tudo, e que venha um novo dia, um dia alegre e luminoso, para que possa iluminar o meu espírito e tentar largar coisas que eu estimo muito mas que não têm pés para andar...

Obrigado

Para pensar...

Para pensar:
"O Teu Coração no meu Coração..."
-Peregrinação Fátima 2007

A reflexão



Todos os dias somos confrontados com novas situações e que por vezes nos causam alguns inconvenientes, mas também fazemos as coisas de forma inconsciente e por isso sentimos o peso do arrependimento.
Penso que a reflexão é solução para todos os problemas da nossa consciência, não é que o acto de reflectir possa alterar aquilo que já fizemos, mas o repensar sobre certos feitos ajuda-nos a conceber uma vida muito mais organizada, garantindo-nos um alívio interior que muito nos pode ajudar.
Os actos que nos levam ao arrependimento do ponto de vista de um filósofo que já não lhe recordo o nome podem ser de dois tipos: os actos executados de forma consciente e de forma não consciente. Os de forma consciente são do meu ponto de vista os mais condenáveis porque foram aqueles que tinham a intenção de causar mau-estar aos outros enquanto que os de forma inconsciente não foram pensados e por isso não fazem com que fiquemos pesados na consciência porque não tínhamos intenção de ferir alguém.
A reflexão pode ser uma forma de desabafar para que possamos pôr em causa aquilo que temos andado a fazer, muitas vezes encontramos-nos em situações de dúvida ou de beco sem saída, as quais não nos damos conta ou tentamos ignorar, mas isso é o pior que podemos fazer, porque um dia acabamos muito mal em muitos aspectos. Reflectir pode ser uma forma de por vezes aliviar o stress do dia-a-dia, avaliar aquilo que fizemos, tentar sermos melhores e de certa forma melhorarmos a nossa integridade.
Não quero fazer deste moral algo associado à religiosidade, o acto de pensar na vida nem sempre exige que seja dirigido a um deus, desde que sejamos felizes e façamos os outros felizes é o mais importante.
Reflectir é um acto natural que muito nos pode ajudar...
Aqui fica a dica, agora é convosco.

Aniversário da Rita no Clube de Fado em Alfama




Na sexta-feira dia 6 de Junho, foi combinado um encontro surpresa para a Rita no clube de Fado.
Quem tratou de tudo foi a sua irmã, Marta, e quem também veio a colaborar foi a grande fadista Joana Amendoeira, de quem a Rita é grande fã.
Estava tudo apostos para começar a surpresa, os amigos aguardavam ansiosamente a chegada da Rita, e a Marta já tinha saído de casa com a aniversariante disposta a dar as voltas todas por Lisboa, para desorientar a Rita e eliminar qualquer esperança de que a surpresa fosse no Clube de Fado. Para tudo isto funcionar foi necessário alertar a Rita de que já havia uma surpresa preparada, mas nunca poderíamos dar a entender que fosse nos fados. E é aí que a fadista entra em acção. Combinou-se previamente com ela que teria de informar a Rita que na sexta-feira à noite não estaria presente, logo aí a Rita desistiu de combinar o seu aniversário no clube e esqueceu completamente a ideia de que a surpresa era onde ela bem queria!
23:45 (aproximadamente) e já se conseguia ouvir a Rita ao fundo da rua, desesperada, pois não sabia onde estava, teve de ser levada de olhos vendados (fontes seguras garantem que durante a viagem a Rita espreitou uma vez). Finalmente a Marta autorizou a Rita a tirar a venda. Ela arrancou aquilo com uma excitação, e ao ver os amigos todos em redor dela, ficou pasmada, sem saber o que dizer, seguiram-se os beijinhos a cumprimentar, mais o milhares de agradecimentos e estava na hora, entrámos restaurante e lá dentro estava a pessoa menos esperada pela Rita, a JOANA AMENDOEIRA. Perante tal confronto ficou ainda mais contente. Entrámos na sala de jantar, onde nos esperava uma mesa para aproximadamente quinze pessoas. Assistimos à actuação da Joana, seguido de um 'Parabéns a você' cantado pela mesma. Entregues os presentes, e esboçados os vários sorrisos por parte da menina dos anos, foi-nos servida uma ceia onde constava água, sangria, bifinhos à Clube de Fado e ainda um delicioso chouriço assado. Muitos outros cantos se seguiram interpretados pelos fadistas: Miguel Capucho, Alcindo de Carvalho, Cuca Roseta, Cila d'Aire. Chegado ao final da ceia, aguardávamos que a Rita fosse cantar, mas antes o guitarrista Mário Pacheco chamou-me e ainda ouvi um amigo do Mário Pacheco que dizia:
- Se gosta de cantar, levante-se e vá cantar o fado!
Levantei-me e fui ter com os músicos cantei o fado 'Lisboa Antiga' e 'Canto o Fado'.
Em seguida foi a Rita, o momento mais aguardado da noite, todos em silêncio esperávamos a Rita. Começou com o fado 'Maria Lisboa' e terminou com 'O Namorico da Rita'.
Foi uma festa em grande, juntamente com a Rita a cantar.
Tudo permitiu que aquela noite fosse mágica. Penso que foi uma surpresa bem planeada e a Rita mereceu, posso até dizer que começou os 16 em grande!
Noites destas são para se repetir por muitos anos, foi passada entre amigos, e nunca será esquecida, e a Rita então, calculo que a guardará para o resto da sua vida!
Esperemos que tenhas gostado da surpresa.

Semana na Casa de Vila Verde



Não poderei fazer um relato detalhado da semana fabulosa que passei em Caíde-de-Rei, mas vou tentar contar os episódios mais importantes! Na ida para Vila-Verde, ainda no autocarro, fomos com uns velhinhos que não paravam de nos mandar calar porque queriam dormir. Chegados ao Porto foi a confusão de chegar a S. Bento, íamos perdendo o comboio destinado a Caíde. Chegámos à quinta, bolas! Escorreguei numa rampa de lama fiquei todo sujo, logo aborrecido. Depois a apresentação à anfitriã, que nunca esquecerei, foi muito corajosa em ter recebido tanta malta jovem como nós, sim porque nós não somos santos nenhuns! Depois foi tudo jogar futebol, e no entretanto a chegara a 'Chinesa', trouxe alegria e humor àquela casa. Jogámos snooker, Ping-pong, setas, Pes6, e até matraquilhos enferrujados que ficavam sem pegas! Balões de água, o cachimbo de água com odores intensos a maçã. Mais tarde entraram por aquela semana dentro os malditos gatos, que eu recusava tocar, mas lá me afeiçoei a eles, fontes seguras afirmam que já morreram, coitados não mereciam. Até lhes tinha comprado um biberão que me custou os olhos da cara. Massagens entre a Francisca e o Zé Miguel eram trocadas constantemente! A festa na casa da bolota foi um tremendo fracasso, porque certas pessoas insistiram em contar historias de terror, então outros quantos ficaram assustados acabando por ter de ir para casa. Só sei que adorei a semana em Vila Verde, e gostei de escrever os desafios do jogo da última noite, já o jogo não correu como planeado. Inês estou-te eternamente grato foi muito divertido! Tia Belinha foi um prazer conhecê-la e obrigado pelos vinhos. Caíde-de-Rei 2007 Casa de Vila Verde 2007

O porquê do Blogue

Olá a todos, não sou nenhum escritor nem tenciono ser, mas considero um blogue algo engraçado de se fazer, para variar os hi5's que já irritam. Não era fã de blogues, mas decidi experimentar.
Com este blogue quero apenas partilhar emoções, cativar sentidos, tornando este espaço um local público em que todos os interessados possam conhecer os mais recentes acontecimentos, as minhas filosofias, as minhas questões, aprender coisas novas, enfim um 'sítio' agradável onde todos são bem-vindos.
Agradeço desde já o vosso interesse e espero que gostem!